A importância do micro e pequeno empresário na economia brasileira

 

 

 

Por Eros Jantsch, vice-presidente de Micro e Pequenos Negócios da TOTVS

O cenário do micro e pequeno empreendedorismo no Brasil tem números impressionantes. Mas antes de entrar na numerologia, é preciso entender o perfil desse público. Estamos falando basicamente de empresas divididas por faturamento, número de funcionários e regime fiscal adotado. A base desta pirâmide é o micro empreendedor individual, ou MEI, que possui um faturamento de até R$ 60 mil ao ano e é, de longe, a categoria mais numerosa em número de registros comerciais abertos no país hoje. Apenas no 1ª semestre deste ano, segundo a Serasa, foram abertos quase 1,2 milhão de novos CNPJs e cerca de 80% deles são MEIs.

Compõe ainda a massa de MPEs as micro empresas (MEs) com faturamento entre R$ 60 e 360 mil e as empresas de pequeno porte (EPPs) que preenchem a faixa de R$ 360 mil a 3,6 milhões anuais. E é justamente todo esse pessoal que vem desempenhando um papel muito importante na economia brasileira.

A atual crise econômica pela qual o país vem passando nos últimos anos fez surgir um novo perfil de empreendedor no mercado de micro e pequenas empresas. Trata-se do empreendedor de necessidade, ou seja, o cidadão que foi, provavelmente, afetado pelo desemprego e buscou no empreendedorismo uma alternativa para voltar a ter uma fonte de renda.

De acordo com dados do Serasa Experian, esse cenário, junto com o processo mais simples para formalizar pequenos negócios, fez saltar o número de novas MPEs no Brasil. Para se ter uma ideia do potencial desse segmento para a economia brasileira, segundo o Sebrae, a partir do crescimento do empreendedorismo, as micro e pequenas empresas vem ganhando relevância no mercado e chegando a 27% de participação do PIB brasileiro.

O setor de serviços continua sendo o mais procurado por quem quer empreender – no primeiro semestre deste ano, surgiram 755.011 novos CNPJs neste segmento, o equivalente a 63% do total. Além disso, foram criados 341.683 novos registros comerciais (28,5% do total) e, no setor industrial, foram abertos 99.444 empreendimentos (8,3% do total).

Entre as regiões, o Sudeste lidera este ranking, com 615.490 novos negócios abertos entre janeiro e julho de 2016, ou 51,3% do total e o Nordeste ocupou o segundo lugar, com 16,7% (200.389 empresas). Já a Região Sul segue em terceiro, com 16,6%, enquanto as regiões Centro-Oeste e Norte, registaram 8,8% e 4.9, respectivamente.

Com tantos dados positivos e promissores, o cenário das MEIs e micro e pequenas empresas nos mostra que o reaquecimento da economia está dando sinais claros de recuperação. Agora é o momento de estruturar o negócio com apoio da tecnologia para crescer e superar a expectativa.

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